Assim como fez a Netflix em mais de 12 países em novembro, entre eles o Brasil, o Disney +, serviço de streaming da Disney, começou a testar, nos Estados Unidos, uma versão com anúncios. A companhia confirmou que a ideia é, já em 2023, expandir a modalidade com publicidade para outros países do mundo.

Porém, diferentemente da Netflix, que lançou uma assinatura com anúncios por um valor mais baixo, o Disney+ manteve o preço da assinatura e tornou mais caro o pacote sem interrupções. O pacote com anúncios custa US$ 7,99 o mês e o sem US$ 10,99%, quase 40% mais caro.

Neste novo plano com anúncios, os assinantes também não conseguem baixar conteúdo para assistir off-line e recebem anúncios de até 45 minutos de duração.

Netflix cede aos anúncios

Em outubro, a Netflix anunciou para 12 países, entre eles o Brasil, um novo modelo de negócios baseado em anúncios publicitários. Seis meses após ter confirmado que estava trabalhando com esta possibilidade, o serviço de streaming confirmou um plano básico para o Brasil de R$ 18,90 ao mês que contempla todo o conteúdo disponível, porém, com propaganda.

De acordo com Greg Peters, Chief Operating Officer da plataforma, esse já é o resultado do projeto que começou a ser desenvolvido com a Microsoft no primeiro semestre. O novo pacote, lançado em novembro está disponível para Brasil, Alemanha, Austrália, Canadá, Coreia, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão, México e Reino Unido.

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