Os personagens digitais conquistam cada vez mais espaço nos dias atuais por sua verossimilhança com a realidade. Desde os avatares pessoais, disponibilizados por plataformas como o Meta, até os assistentes de grandes marcas, como a Lu, da Magalu, estas figuras chamam atenção pelo realismo de suas feições e traços humanos. Esta faceta é largamente beneficiada pela construção gráfica dos personagens, que em muitos casos, oferece aos usuários infinitas possibilidades de personalização e customização.

No entanto, emular características físicas de forma realista corresponde apenas a uma das camadas de um sistema que envolve diversos elementos. Para compreender a profundidade desse modelo criativo, é preciso partir do princípio de que os avatares são geralmente concebidos para incrementar a comunicação de pessoas e empresas. Logo, para que um personagem digital cumpra o seu motivo de existência, sua criação deve envolver estratégias sólidas de comunicação.

Algumas destas estratégias criativas podem ser notadas ao se observar o comportamento de assistentes virtuais já consolidadas, como a Lu – atualmente, a maior influenciadora virtual do mundo. “Quando colocamos a Lu na capa da Vogue Brasileira, passamos uma mensagem clara de que ela está se aproximando do universo fashion e do público feminino. É importante criar narrativas que farão sentido para a audiência que você quer atingir. Não adianta querer atingir o público maior de 45 anos dentro de plataformas onde o público não é correspondente, como o TikTok, por exemplo”, explica Pedro Alvim, Brand and Social Media Senior Manager da Magalu.

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