Durante anos, os fundos de investimento em startups olharam com mais atenção para mercados que pareciam mais palatáveis aos consumidores e investiram em fintechs, foodtechs e empresas de transporte, a pandemia de Covid-19 trouxe a necessidade de olhar com mais atenção para o setor de saúde.

Neste contexto, além das healthtechs, as startups de biotecnologia começam a ganhar espaço.

Nesta segunda-feira, 6 de junho, a Autem Medical, startup fundada nos Estados unidos pelo médico oncologista brasileiro Frederico Costa, que desenvolveu um dispositivo que por meio de ondas de radiofrequência pode reduzir de tumores cancerígenos, anunciou um aporte de US$ 10 milhões.

A injeção de capital é liderada pelo fundo chileno Zentynel, que contribuiu com um cheque de US$ 6 milhões.

O restante foi injetado por um family office ligado a uma empresa farmacêutica brasileira e de investidores pessoa física, segundo Eduardo Emrich Soares, parceiro operacional da Zentynel no Brasil. A rodada segue aberta e a Autem espera levantar mais USS 8 milhões.

O dinheiro será utilizado para finalizar a construção do dispositivo que será colocado para venda no mercado e que será produzido pela empresa americana Spartronics. O capital também terá como destino o financiamento da estratégia regulatória para que o dispositivo obtenha todas as aprovações legais de órgãos de saúde e para a produção de estudos mercadológicos.

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