A Raízen pretende acelerar seu plano de expansão de unidades etanol de segunda geração (E2G), aproveitando a segurança dos contratos a longo prazo.

De acordo com o CEO Ricardo Mussa, a ideia é entregar, no mínimo, três plantas por ano, elevando a capacidade de produção do etanol.

Em comparação, a Shell pretende expandir duas plantas por ano.

Atualmente, a Raizen tem uma unidade E2G operando e outras três em construção.

Até 2031, a ideia é existam 20 unidades operando.

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